DEUS MEU – Parte 2

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“diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio (Sl 91.2).

Continuemos a pastoral do boletim anterior acerca do “Deus meu”, aquele que se revela, que está presente, que se lembra e que salva. Lembre-se: esta é uma expressão que constatemente se lê nas Sagradas Escrituras. Em muitas oportunidades na Bíblia, o “Deus meu” é a oração de servos e servas diante das circunstâncias da vida; é a expressão dos benefícios de uma relação íntima e duradoura entre filhos e o seu Pai, entre adoradores e o seu Deus. Mais uma vez, identifico esses momentos abaixo, rogando ao Senhor que nos permita experimentar tal privilégio. Afinal, Ele é…

 

5) DEUS MEU, QUE OUVE (Sl 5.2; Sl 22.2; Sl 30.12; Sl 35.23; Sl 38.15; Sl 43.5; Sl 71.12; Sl 102.24; Dn 9.18-19): a partir dos textos pertinentes no livro de Salmos notamos que nosso Rei escuta a voz que clama, que implora. Ele atenta, responde e ilumina os olhos para que não se durma o sono da morte. O Deus meu, que vivo está, ouve nosso clamor de dia e de noite; acorda e desperta para fazer justiça por causa de seu povo. O Deus meu é Senhor meu. Por isso, sempre recebe toda ação de graças. Quem espera dEle é atendido. Pergunte-se: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu”. Sim, o Deus meu não se ausenta de seu povo; Ele apressa em socorrer. Como bem orou Daniel, servo do Senhor, o Deus meu é aquele que tem ouvidos e ouve: “Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age; não te retardes, por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome”.

 

6) DEUS MEU, QUE É FIEL (Sl 25.2; Sl 91.2): o que Deus que conhecemos é confiável. Nele, jamais seremos envergonhados ou exultarão os inimigos sobre nós. Deus é fiel. Assim, não há melhor refúgio em que possamos habitar reguros.

 

7) DEUS MEU, QUE É JUSTO (Sl 35.24; Sl 81.13): os Salmos entoam a justiça divina. O servo do Senhor quer ser julgado por ela. Segundo justiça do Deus meu não haverá regozijo dos inimigos e nem injustiça. Deus fará de seus inimigos como folhas impelidas por um remoinho, como a palha ao léu do vento.

 

8) DEUS MEU, QUE É LOUVÁVEL (Sl 43.4; Sl 40.8; Sl 74.12; Sl 86.12; Sl 104.1; Sl 145.1): sem dúvida, em toda a Escritura a expressão “Deus meu” é inserida em louvores dados ao único que é digno. Diante do altar de Deus, em momentos de alegria ao som da harpa, diante da manifestação de sua vontade, na bendita lei, enfim, em todos os atos do Rei, o “Deus meu” é louvado. Desde a antiguidade, por tudo que Ele é e pelo que Ele faz, de todo o coração o Senhor deve ser glorificado para sempre. Bendize, ó minha alma, ao SENHOR! Como tu és magnificente, sobrevestido de glória e majestade! Exaltar-te-ei, ó Deus meu e Rei! O meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador!

 

Irmão e irmã amados, diante de tão importante reflexão e em meio as circunstâncias da vida, o Senhor o convida a entender e a dizer: “Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!” (Jo 20.28).

 

 

Rev. Ângelo Vieira da Silva

Pastor da 1ª Igreja Presbiteriana de Resplendor, MG

Angelo VIEIRA

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